Há
algum tempo atrás eu postei uma série de vídeos mostrando a UFAM
(Universidade Federal do Amazonas) e os recursos que
sobrevivencialistas e bushcrafters poderiam utilizar em caso de
Crise.
Os
vídeos são estes (estão com o áudio em português):
Tour Bushcraft e Sobrevivencialista na UFAM: Parte 01
Tour Bushcraft e Sobrevivencialista na UFAM: Parte 02
Tour Bushcraft e Sobrevivencialista na UFAM: Parte 03
Conclusão
Quem
trabalha/estuda na UFAM sabe como o local é isolado e grande.
Conhecer quais os recursos disponíveis naquele local durante uma
Crise é fundamental para se sobreviver.
Graça
e paz á todos! Hoje eu venho aqui exibir o mais claramente possível,
os prós e contras de facas e canivetes. Vamos lá?
Introdução
Em
toda a comunidade de preparadores, sobrevivencialistas, bushcrafters
e trekkers, existe a discussão de qual tipo de equipamento é o
melhor: facas, canivetes, pás ou machados. Nesse artigo, eu viso
mostrar os pontos que destacam as facas e os canivetes. Eu vou logo
adiantando: NÃO existe melhor equipamento, o que de fato existe é o
equipamento certo, na hora certa e nas mãos da pessoa certa.
Facas
Um
instrumento ancestral que nos acompanha desde tempos desconhecidos, a
faca é extremamente versátil e nos permite uma série de funções
diferentes e que nos trazem conforto e facilidades: cortar alimentos
diversos, descascar vegetais, cortar madeira, cortar cordas, fazer
entalhes, ser um bom item de defesa pessoal… as possibilidades são
grandes, porém as facas possuem uma ressalva, elas não são fáceis
de serem portadas de maneira velada, isto é, não é fácil
escondê-las. Além disso, para se utilizar uma faca corretamente,
deve-se gastar tempo e dinheiro, com um treinamento adequado.
As
vantagens das facas são:
Os
custos de aquisição das facas costumam ser menores do que a dos
canivetes.
As
facas costumam serem bem mais resistentes do que os canivetes
(principalmente as facas de perfil integral, também chamadas de
“cabo inteiriço” ou “full tang”), o que aumenta (e muito) a
durabilidade do equipamento.
Por
conta da durabilidade, em situações de emergência podem ser
utilizadas para funções das quais não são projetadas
anteriormente, como por exemplo, o “batoning” ou mesmo, para
atividades mais amenas, como por exemplo, utilizá-las como talher
para comer, como visto neste vídeo aqui.
Canivetes
Inventados
por Karl Ensener (o fundador da famosa empresa Victorinox) os
canivetes funcionam através de um sistema de molas que usa a força
mecânica empregada na abertura da lâmina, para mantê-la mais
estável durante o uso da mesma. No entanto, caso o canivete receba
pressão demais poderá vir
a
quebrar!
Os canivetes, apesar desse porém são muito bons para trabalhos
manuais de precisão como entalhes ou o descascar de vegetais.
As
vantagens dos canivetes são:
Permite
uma incrível portabilidade ao usuário. Como a lâmina é retrátil,
é possível reduzir a extensão de um canivete em até 40% á
menos, o que por si só é uma boa em um país com índices de
violência extremamente altos como o Brasil.
Permite
o porte velado (item anterior).
Pode
ter muito mais do que uma mera lâmina: os canivetes suíços, por
exemplo, carregam ao menos três funções, além da lâmina.
São
mais indicados para pequenos trabalhos e que exijam “precisão
cirúrgica” do usuário.
Conclusões
Eu
deixo as conclusões para vocês. Eu, como criador de conteúdos,
devo me abster de dar a minha opinião nesse caso específico. A
resposta de qual é o melhor, se são as facas ou os canivetes é
algo totalmente subjetivo e depende muito do valor e das necessidades
pessoais de cada um.
Fiquem
com Deus e até a próxima! Post Scriptium: criei esse quadro comparativo entre facas e lâminas. Ele está em língua portuguesa. Você pode baixar essa imagem e utilizá-la, desde que não obtenha fins lucrativos com ela, certo?
Se desejar, poderá baixar a imagem acima em alta resolução, clique aqui.
Hoje
eu queria apresentar para vocês o vídeo onde mostro como os índios que viviam no Brasil pré-colonial (antes da chegada
dos portugueses) abriam trilhas: na paulada!
Quem
deu essa dica, foi o Márcio Batata, dono da plataforma de mídias
“Guia do Sobrevivente”.
O
vídeo original, feito pelo Batata, tem mais de uma hora e pode ser
acessado neste link aqui:
Eu
resolvi testar essa dica e… dê uma olhada no resultado aqui
abaixo.
Bom,
por enquanto é isso! Caso estejam interessados em técnicas
primitivas de sobrevivência utilizada por índios, eu sugiro o
artigo daqui deste blog, onde eu apresento o livro Duas Viagens ao
Brasil, de autoria de Hans Staden. O link está aqui.
Esse
é a primeira vez que eu recomendo uma leitura para preparadores e
sobrevivencialistas!
Eu
gostaria de começar a apresentar o relato vivido por Hans Staden, um
mercenário germânico, que viajou por duas vezes ao Brasil do século
XVI e relatou aquilo que seria o nosso país ainda no “berço”.
Postei
um vídeo falando sobre o livro, confira:
No
vídeo que apresentei acima, eu não falei á cerca de alguns
detalhes pessoais de Hans Staden e do livro. Por isso mesmo, postei
aqui nesse artigo esses detalhes:
Hans
Staden nasceu em 1524, no Sacro Império Romano-Germânico
Primeira
viagem: 1547-1549
Segunda
viagem: 1550-1555 (de acordo com o capítulo 52, pgs.123 e 124, no
dia 31/10/1554, os franceses do navio Catherine de Vatteville
zarparam de Niterói para a Europa, vindo a aportarem no porto de
Honfleur no dia 20/02/1555)
Ficou
cerca de dez meses como prisioneiro dos tupinambás.
O
livro com os seus relatos foi publicado em 1557, na cidade de
Marburgo (durante a terça-feira de Carnaval do já mencionado ano)
Fontes
que utilizei para fazer o artigo e o vídeo:
Duas
Viagens ao Brasil, Hans Staden. LP&M Pocket.
Biografias,
Hans Staden https://educacao.uol.com.br/biografias/hans-staden.htm
Site
Conversor de Medidas www.http://conversor-de-medidas.com/
Citações:
Como
os Tupinambás Fazem as Suas Moradas -> Segunda Parte, página
136, capítulo 5
"Eles
as constroem de preferência em lugares onde há água e madeira, e
também animais e peixes nas proximidades (...) erguem uma cabana,
com cerca de 14 pés [aproximadamente 4 metros] de largura e (...)
até 150 pés [uns 45 metros] de comprimento. Essas cabanas têm
aproximadamente 2 braças [uns 3,6 metros] de altura, são redondas
como uma abóbada de porão, no topo, e cobertas com uma espessa
camada de folhas de palmeira para que não chova dentro."
"Entre
as cabanas deixam uma clareira, onde matam os seus prisioneiros.
Gostam de cercar as cabanas com uma fortificação, da seguinte
forma: levantam ao redor das cabanas uma cerca de varapaus feita de
troncos de palmeiras rachados. Fazem essa cerca, com aproximadamente
1 braça e meia [cerca de 2,7 metros] de altura, tão cerrada que
nenhuma flecha pode passar por ela. Mas tem pequenos buracos a partir
dos quais atiram para fora. Ao redor dessa cerca de varapaus levantam
outra cerca, uma paliçada de estacas longas e grossas, mas não
colocam as estacas tocando-se umas às outras, e sim apenas próximas
o suficiente para que uma pessoa não possa passar por elas. Entre
alguns selvagens é costume colocar o crânio dos inimigos devorados
sobre os sarrafos na entrada da aldeia"
Planejamento
para a Guerra -> Segunda Parte, páginas 158 e 159, capítulo 27
"Quando
querem empreender uma expedição guerreira (...) mencionam uma
espécie de fruta de uma árvore; partem quando a fruta amadurecem
pois não conhecem nem os anos ou os dias" / Obs: no capítulo
17 (pg.60) é mencionado que em Agosto e Novembro, são as épocas em
que se deveria temer mais os tupinambás, pois em Agosto ocorre a
piracema e em Novembro, a colheita do milho (que eles chamavam de
abatí)."
"Para
a partida também orientam-se de acordo com a desova de uma espécie
de peixe que em sua língua chamam de pirati. O período da desova
chamam de piracema"
"Ornam-se
com penas vermelhas como sinal de identificação em relação aos
adversários"
Armas
de Guerra dos Tamoios -> Segunda Parte, páginas 159 e 160,
capítulo 28
"Eles
possuem arcos. As pontas das flechas são de ossos, que eles afiam e
amarram à haste, ou ainda de dentes de (...) tubarão."
"Também
usam algodão (...) com cera, amarram-no na parte superior da flecha
e põem fogo. São as flechas incendiárias."
"Preparam,
ainda, escudos com casca de árvores e peles de animais selvagens."
"Enterram
espinhas pontiagudas, como as armadilhas para os pés que usamos em
nossas terras."
"Ouvi
deles (...) que usam pimenta (...) para desalojarem os seus inimigos
de suas fortificações. Isso ocorre da seguinte maneira: quando o
vento sopra, fazem uma grande fogueira e jogam um monte de pés de
pimenta. Se a fumaça atinge as cabanas, os inimigos têm de sair."
Jenipapo
-> Segunda Parte, página 177, capítulo 37
"Numa
árvore que os selvagens chamam de jenipapo ivá, cresce uma fruta
que tem certa semelhança com a maçã. Os selvagens mascam essa
fruta e espremem o suco dentro de um vaso. Com ele é que se pintam.
Quando esfregam o suco sobre a pele, no início parece água. Mas
depois de um tempo, a pele fica tão preta como se fosse tinta. Isso
perdura até o nono dia. Depois a cor desaparece, mas não antes
desse prazo, mesmo quando eles se lavam muitas vezes"
Continuando
a série “Cutelaria”, eu apresento á vocês quatro tipos de pontas
que encontramos nas lâminas.
Introdução
Por
anos de minha vida, achei que faca era “tudo igual” e que
qualquer ponta servia para quaisquer atividades a serem
desempenhadas. Ledo engano de minha parte!
Os
formatos das facas, bem como as pontas das mesmas, as fazem
diferenciarem-se não apenas na estética, mas na funcionalidade. Com
relação aos formatos, deixo isso para outra oportunidade, porém eu
trago para todos vocês, leitores, alguns formatos de pontas bem como
para o que servem.
Os
Tipos
Esses
são os tipos de pontas que apresentaremos nesse artigo:
Drop
Point
Exemplo
de Drop Point
As
lâminas com esse tipo de ponta (drop point) são boas para praticamente todas as
demandas que podem existir. É comumente encontrado em facas de
sobrevivência, mas também é vista na maioria dos canivetes
suíços.
As
lâminas do tipo drop point são boas para atividades que envolvam o
coureamento e a perfuração de animais. Isso acontece pelo formato
da ponta, que favorece uma maior manobrabilidade enquanto a lâmina
penetra a carne e os órgãos internos dos animais.
American
Tanto Point
Exemplo
de American Tanto Point
O
American Tanto Point, também chamado de Tanto Point ou Chisel Point
(chisel em inglês significa “formão”), essa ponta (por conta do
formato) é perfeita para perfuração de objetos duros (como por
exemplo kevlar).
Exatamente
por causa de sua característica perfurante, lâminas com essa ponta são super indicadas para atividades que envolvam segurança, além de
ações militares.
Needle
Point
Exemplo
de Needle Point
Como
o próprio formato sugere, o Needle Point (needle significa “agulha”
em inglês) é excelente para perfuração, pois o seu desenho (além
de simetria em ambos os gumes) permite um ótimo desempenho nessa
função. Porém há um problema nesse formato de ponta de lâmina:
por conta da fina espessura, o Needle Point quebra com alguma
facilidade após repetidos usos.
A
melhor utilidade para uma lâmina tipo Needle Point, é para a
auto-defesa, pois facas, canivetes, adagas e punhais com essa ponta,
costumam serem péssimas para corte.
Clip
Point
Exemplo
de Clip Point
O
Clip Point (também conhecido aqui no Brasil como “ponta/formato
turco”) é praticamente a única ponta encontrada nas famosas (e
muito mal faladas) Facas de Sobrevivência, mais conhecidas como “a
Faca do Rambo”.
A
utilidade dessa ponta de lâmina é simplesmente, para um melhor aproveitamento em atividades de campo
(outdoor) onde se exige responsabilidade e seriedade no que se está
fazendo, como por exemplo a caça e a sobrevivência no mato (o clip
point também é muito bom para cortes de laceração que exijam
precisão sem perder a força).
Finalizando
Bom,
por enquanto é isso! Apresentei esses quatro primeiros formatos de
pontas de lâminas e na continuação desse artigo, irei falar dos
outros tipos!
Essa
é uma nova série que estou fazendo, se chama “Pharmacoós”, que
significa “Cura” em grego e como se pode observar, essa série
tratará de ervas medicinais (preferencialmente da amazônia) mas
também quaisquer substâncias que podem ajudar durante o dia-a-dia
ou em uma situação de crise.
Introdução
Quando
se está no mato, seja na exploração de uma trilha, perdido ou em
fuga, ir até a farmácia mais próxima é algo inviável. Então,
conhecer ervas medicinais é a pedida. Mas como fazer o chá? São
essas dúvidas que esse texto pretende responder.
Terminologias
e Processos
"Chá":
o termo correto seria infusão (no caso de folhas e flores) ou
decocção (no caso de raízes e caules duros).
-Infusão:
pega-se a água já quente e aplica-se as folhas/flores da planta que
se deseja na panela. Durante o processo de infusão (onde as folhas
estão banhadas na água quente) deve-se tampar a panela para que os
elementos voláteis não "escapem". Semânticamente
falando, o termo infusão quer dizer: “in” (negação) “fusão”
(união), portanto, o real significado seria “desunir”. Isso
acontece porquê o processo separa os princípios ativos contidos nas
folhas “depositando-as” na água.
-Decocção:
pega-se a raiz ou caule e ferve-se em água por um determinado tempo,
pois a função do processo é retirar as substâncias necessárias
do caule/raiz. Esse processo deve ser feito apenas no caso de
vegetais (ou partes do mesmo) que sejam muito duras.
Avisos
Importantes
Mesmo
que você não pretenda aplicar esses conhecimentos durante uma
crise, fique sabendo que quando ouvires falar de um tipo de planta
que possui propriedades medicinais ou terápicas, tú deverás
procurar a dita planta não pelo nome popular, mas pelo nome
científico, pois os nomes populares variam de um local para o outro
e isso poderá acarretar problemas caso você acabe ingerindo por
acidente uma infusão/decocção de uma planta venenosa…
Cada
folha/flor/raiz/caule possui um tempo pré-determinado de infusão ou
decocção. Isso é muito importante, pois determinará a eficácia
dos ativos farmacológicos da bebida (em outras palavras: o quão bom
da doença você vai ficar).
Estou
deixando aqui o vídeo que pertence á um canal de uma farmácia de manipulação que
trata com segurança e propriedade o assunto (e sem complicações):
Explano
nesse artigo, sobre os principais tipos de lâminas existentes.
Introdução
Um
leigo sempre diz que “faca é tudo igual!”, porém, quem possui
mais experiência nessa área, sabe perfeitamente bem que essa
afirmativa é um equívoco: existem lâminas e mais lâminas e cada
uma tem o seu propósito específico.
Principais
Tipos de Lâminas e Suas Utilidades
Vou
escrever agora apenas os principais tipos, pois se eu fosse falar de
cada tipo de lâmina existente, seria necessário criar uma série
apenas para isso (boa idéia, não?!).
Canivete
Suíço: também chamado de “Knife of Swiss Soldier”, os
canivetes suíços são ferramentas verdadeiramente úteis para
pequenas e delicadas tarefas, como abrir pacotes, cartas e outras
funções mais. Cada modelo de canivete possui funcionalidades que
mudam de abrangência. Uns possuem tesoura, outros serras e alguns
outros não possuem nenhum dos dois! O canivete (independente de ser
suíço ou não) se destaca por seu poder discricionário, podendo
ter o seu tamanho reduzido pela metade e expandido quando o usuário
assim o quiser, ao sacar a lâmina. A Victorinox afirma que o seu
fundador seria o desenvolvedor da tecnologia de molas e pressão que
há no canivete quando a lâmina do mesmo é aberta.
Por
falar nisso, no canal do youtube tem duas reviews (análises) dos
canivetes suíços victorinox, spartan e huntsman. Dê uma olhada
abaixo (se desejar):
Review do Canivete Suíço Victorinox Spartan.
Review do Canivete Suíço Victorinox Huntsman.
Caso
queira conhecer os “sub-tipos” de canivetes, esse artigo escrito
pelo mestre-cuteleiro, Márcio Camacho é o ideal para você:
Tipos de Canivetes - Por Márcio Camacho
Faca:
independente do modelo ou função para o qual foi desenhada, a faca
possui uma coisa que o canivete não possui, na verdade duas; a faca
não pode ser dobrada sobre si como no caso do canivete e a segunda
coisa é que o fato de a faca não ser retrátil, faz com que ela
tenha uma capacidade de resistência maior. Canivetes por terem a
lâmina unida ao cabo por um sistema de molas e parafusos, possui
maior fragilidade, enquanto que a faca por ter a lâmina e a espiga
em uma só peça é mais resistente por si só (e mais indicada para
trabalhos mais pesados). Muitos preparadores, sobrevivencialistas e
bushcrafters acham que só podem ter facas “full tang” (também
conhecidas no Brasil como “perfil integral”), mas isso não é
verdade, pois existem facas que não são de perfil integral (full
tang) e executam perfeitamente bem as suas funções para as quais
foram projetadas.
Alguns
tipos de facas: de sobrevivência, para atividades outdoor, para
coureamento (“skinner” em inglês), para cortar carne, com a lâmina serrilhada, karambit (a "sensação" do momento) e
outras.
Machado:
canivete é para atividades mais leves e delicadas, enquanto que a
faca é para atividades de maior força. Os machados (independente
do tipo) é para atividades onde se exige maior “ignorância”: cortar árvores, troncos, galhos, lenha, derrubar portas… essas e
outras necessidades que exigem uma lâmina mais forte.
Finalizando
Bom,
por enquanto é isso. Tenha em mente que lâmina é lâmina,
exatamente por isso, nunca subestime o poder de corte e perfuração
de uma lâmina. Abaixo eu deixo com vocês, dois vídeos onde o canal
e blog Sobrevivencialismo testou lâminas em duas ocasiões
distintas contra carne de porco (que possui a textura semelhante a
da carne humana).
Aqui, neste vídeo, testa-se o poder de lâminas pequenas.
Já neste outro vídeo, testa-se o poder de lâminas maiores!
Graça
e paz e até a próxima!
Caso
deseje, poderá ler os outros dois artigos desta série:
Esta
é a terceira postagem da série “Aspectos da Sobrevivência”,
onde eu introduzo você nos seis aspectos que envolve a sobrevivência
(Água, Fogo, Abrigo, Comida, Orientação e Sinalização). O
objetivo dessa série é de maneira rápida e objetiva falar sobre
esses aspectos. Agora é a vez do fogo.
Como
Fazer Fogo?
Pode
parecer bobagem, mas não é: uma pesquisa da ONU mostrou que mais de
70% dos norte-americanos entrevistados sequer sabiam como fazer fogo
com um isqueiro! Para evitarmos nos encontrar entre esse nada seleto
grupo, aí vão as dicas.
Para
ocorrer o fogo, é necessário que haja dois elementos: a isca e o
gerador de chamas.
Isca:
qualquer tipo ou forma de objeto que seja capaz de conduzir e manter
as chamas. Exemplos: madeira seca, gravetos, folhas secas, algodão,
gasolina, álcool de cozinha, tecidos velhos e outros.
Gerador
de Chamas:
qualquer item que se proponha a produzir chamas em quantidade
suficiente para iniciar o fogo. Exemplos: isqueiro, palitos de
fósforo, pederneira, gravetos de fricção, “strike” de fazer
fogo, por reação química e outros.
Maneiras
de Fazer Fogo
Vou
citar três:
Isqueiro
ou palitos de fósforos mais algodão (tecido velho ou álcool)
Reação
química de Permaganato de Potássio (KMnO4)
+ Glicerina (C3H8O3)
Com
pederneira.
Abaixo
eu deixarei quatro vídeos (foram produzidos por outras pessoas que
não eu, mas e daí: são bons vídeos e muito esclarecedores) sobre
o assunto, espero que gostem!
Fogo
com pederneira (Sobrevivencialismo.Com)
Formas
de se fazer fogo (CR Bushcraft)
Permanganato
de Potássio mais Glicerina (Sobrevivencialismo.Com)
Conclusão
Ainda
há muito o que se dizer sobre o Fogo. Mas de maneira geral, posso
dizer que os principais pontos já foram esclarecidos e expostos. No
mais é isso: caso deseje acessar as outras duas postagens da série
“Aspectos da Sobrevivência”, clique nos links abaixo.