Hoje
eu finalmente encerro a nossa primeira série: os “6 Aspectos
da Sobrevivência”.
Importância
A
Sinalização é muito importante durante uma situação de crise,
pois através dela, você pode ser percebido (ou não). De maneira
resumida, a sinalização divide-se em dois tempos: diurno e noturno.
Formas
de Sinalização
Como
dito, as sinalizações são diurnas ou noturnas, abaixo algumas
formas de sinalização:
Diurno
Com
fumaça (faça uma fogueira com galhos verdes, pois assim, a fumaça
será mais abundante e branca, o que facilitará na hora de ser
visto).
Com
reflexo da luz solar (use um espelho ou outra superfície que
reflita bem a luz do Sol).
Escrevendo
com pedras e galhos a palavra “SOS”.
Sacudindo
uma bandeira (ou tecido) de cor chamativa.
Utilizando
um apito.
Noturno
Luz
da lanterna/lampião.
Utilizando
um apito.
Você
também poderá utilizar frequências de rádio ou quem sabe (se
tiver dinheiro) um telefone via satélite. As formas mencionadas de
sinalizar um resgate são as mais comuns.
Código
Morse
Inventado
por Samuel Morse, o dito código acabou padronizando o número três
como o “número universal do socorro”. Assim, caso você estiver
perdido e precisar sinalizar socorro, faça três fogueiras, nem
mais, nem menos. Você também pode focalizar a sua lanterna ou
espelho refletor da luz solar usando o seguinte padrão (o que
estiver entre aspas): “..._ _ _...”. Em código morse, a letra
“s” é sinalizada com três sinais curtos (“...”) e a letra
“o” é sinalizada com três sinais longos (“_ _ _”). Assim,
“SOS” fica “… _ _ _ ...” bastando prática para usar o
código morse na sinalização.
Conclusão
Conhece
alguma de fácil acesso e baixo custo? Por favor, coloque nos
comentários!
Graça
e paz a todos! Hoje continuamos com a nossa série sobre os Aspectos
da Sobrevivência. Veremos hoje o Aspecto Orientação!
Introdução
Saber
chegar de um ponto ao outro com claro conhecimento: essa é a
premissa fundamental da orientação. Desde tempos antigos, a
orientação sempre foi de fundamental importância para a
Humanidade: orientação pelas estrelas (constelações), orientação
pelo sol, consulta a adivinhos e sacerdotes… sempre se buscou saber
a direção certa.
Em
meados do século XV d.C, os navegantes lusitanos passaram a
utilizarem-se das bússolas e astrolábios para se orientarem (a
bússola para saber onde era o norte e o astrolábio para se saber
qual a distância entre o local onde estavam e o sol e assim poderem
traçar a sua própria posição no globo). Desses dois instrumentos
de orientação, preparadores e sobrevivencialistas costumam utilizar
a bússola, afinal ela permite que nós saibamos onde fica o chamado
Polo Magnético Norte e a partir daí, podemos tirar os pontos
cardeais e escolhermos a direção a ser tomada.
Pela
noite, pode-se também tomar as estrelas como direção: no
Hemisfério Sul (praticamente 95% do Brasil está nele) existe a
famosíssima constelação de Cruzeiro do Sul de onde pode-se
descobrir para onde é o sul. Mas atenção: existe (também) no
Hemisfério Sul, uma constelação chamada Falsa Cruz (ou Falso
Cruzeiro), ela se parece com o Cruzeiro do Sul, mas é facilmente
descoberta, pois a Falsa Cruz tem quatro estrelas e o Cruzeiro do Sul
possui cinco como você pode conferir abaixo:
A
quinta estrela do Cruzeiro do Sul, chama-se Epsilon, ou Intrometida e
é ela quem diferencia as duas constelações. Basta pegar o “braço”
mais longo da constelação do Cruzeiro do Sul e seguir o “rastro”
exatamente como na figura abaixo:
Também
é possível descobrir os pontos cardeais em plena luz do dia, esse
vídeo do Gasparello do Canal Tocandira é esclarecedor:
Também
do Canal Tocandira, existe esse vídeo falando sobre como utilizar
uma bússola:
Outras
Maneiras de Orientação
Além
da orientação por pontos cardeais, também é possível orientar-se
ao estilo “João e Maria”. Como? Quando estiver andando por uma
trilha, você pode sinalizar a trilha amarrando pedaços de cordas em
troncos pelo caminho, ou (na falta de cordas) pode ser “esgana-gatos”
ou similares.
Além
disso é possível andar pelas trilhas se guiando por bússola como
no Canal Tocandira:
Graça
e paz! Após um intervalo sem postagens, volto com toda a força!
Vamos continuar a nossa série, “Aspectos da Sobrevivência”,
dessa vez falaremos sobre abrigos.
Definição
de Abrigo
Abrigo
nada mais é do que um local para onde você se retira para descansar
e proteger-se de intempéries do ambiente, sejam elas por causa da
natureza ou do ser humano.
Tipos
de Abrigo
São
vários, mas podemos listar os principais: caverna, barraca, casebre,
casa de alvenaria, fortaleza, castelo, bunker, abrigo subterrâneo e
outros.
Perceba
que no caso de preparadores e sobrevivencialistas, nós também
enquadramos os tipos de abrigo listados no parágrafo anterior, como
uma B.O.L (Bug Out Location – Abrigo Secundário): qualquer um
deles pode ser utilizado como um Abrigo Secundário em caso de crise.
Caso
deseje saber mais sobre a B.O.L, leia também esse artigo aqui.
Como
Montar Um Abrigo
Nesse
tópico falarei não nas técnicas, mas como planejar a construção
do seu abrigo.
Primeiro:
onde será construído? Na cidade? Se sim, em qual? Qual o clima
predominante? Chove muito? Ocorrem inundações? Terremotos? Em qual
proporção?
Segundo:
após responder os questionamentos anteriores, você poderá
escolher o local exato onde será construído o seu abrigo. Se
for um abrigo secundário, uma dica: os romanos sempre construíam a
castra (acampamento) em uma colina ou monte, de onde podiam observar
toda a região ao redor do acampamento, além de monitorar a
movimentação de eventuais forças atacantes. Se tratando de
Brasil, um país em que a maior parte do clima é Equatorial (Região
Norte) e Tropical (Nordeste, Centro-Oeste e parte do Sudeste),
árvores podem ser utilizadas para camuflar o abrigo.
Terceiro:
no local escolhido, existem quais recursos naturais? Existem
palmeiras? Plantas frutíferas? PANCs (Plantas Naturalmente
Comestíveis)? Igarapé/Riacho para abastecer-se de água? Peixes?
Animais para caça? Fique de olho nesse quesito, pois é de vital
importância para eventual permanência prolongada no local, onde
você precisará abastecer-se constantemente com água e comida.
Abrigo
em Situações de Emergência
Caso
você tenha se perdido na natureza, montar um abrigo será de
fundamental importância, pois para ser encontrado com vida pelas
equipes de busca, o abrigo será um… abrigo contra as intempéries
que o ambiente irá oferecer!
Conhecer
técnicas de sobrevivência, obtenção de comida e água
(principalmente este último) além de técnicas de construção de
um abrigo, utilizando apenas recursos da natureza, será de
importância fundamental para a sua sobrevivência.
Também
não precisa necessariamente ser um abrigo construído do zero com os
recursos do meio: pode ser parte da fuselagem de um avião, ou o que
sobrou de uma embarcação… flexibilidade é a chave em se tratando
de sobrevivência (e obtenção de abrigo).
Exemplos
de Abrigo
Vou
deixar quatro vídeos falando sobre abrigos: um foi feito por mim e
fala de aspectos fundamentais da B.O.L; outro é do Celso Cavallini e
mostra como fazer um abrigo na Floresta Amazônica; o terceiro será
um vídeo do Gasparello falando de como fazer um abrigo de emergência
com uma lona; e o último será o Júlio Lobo, do Sobrevivencialismo
mostrando como fazer um abrigo de emergência dentro da terra!
Assistam, pois vale a pena ver esses vídeos!
O meu vídeo falando sobre B.O.L
Abrigo na Selva, por Celso Cavallini
Gasparello ensinando como fazer uma barraca com lona
Júlio Lobo testando formas de se construir abrigos
Existem
três grandes tipos de sociedades humanas: as sedentárias, as
nômades e as semi-nômades. Muitos de nós somos sedentários, isto
é, estamos inseridos em uma sociedade em que os bens de consumos,
bem como eventuais necessidades, são produzidos e sanados por essa
mesma sociedade. Nas sociedades nômades e semi-nômades, a maior
parte dos bens e necessidades devem ser buscados em outros locais,
normalmente na natureza. Mas você pode estar me perguntando: -”O
que isso tem a ver com nós, preparadores e sobrevivencialistas?” e
a resposta é simples, para se conseguir comida é necessário se ter
em mente esses conceitos de sociedade, pois tendo-os ficará mais
fácil nos preparar para uma crise.
Como
Será?
As
suas preparações envolvendo comida são sedentárias, nômades ou
semi-nômades? Esses pontos abaixo o ajudarão a elucidar tais fatos:
Preparação
de Comida para Sedentários: uma horta (de qualquer tipo), um rebanho
(de acordo com as suas necessidades e levando em consideração qual
espécie de gado melhor se adequa a sua região) e/ou um estoque com
grãos, enlatados, frutas secas, carne desidratada e outros ali
armazenados (você poderia ter um tanque com peixes, mas independente
disso, a escolha é sua). É desnecessário dizer, que se você não
pode fazer tudo isso, escolha ao menos um desses tipos de preparação.
Se você vive na zona urbana, não possui um Abrigo Secundário
escondido e tem pouco dinheiro, um estoque de enlatados é a sua
melhor opção, por exemplo. Na zona rural, é obrigatório ter pelo
menos uma horta, no caso de você optar pelo sedentarismo durante uma
crise.
Preparação
de Comida para Nômades e Semi-Nômades: ter equipamentos de caça
e/ou pesca, além de uma vara e uma cesta para auxiliar na coleta de
frutos. Caçar, pescar e coletar são atribuições que poucos sabem
fazer hoje em dia, mas é algo necessário para a obtenção de
comida, principalmente em cenários de crise. Esse tipo de cenário é
aquele que a pessoa foi obrigada a se deslocar de sua moradia á fim
de escapar de agressões (observe o número estrondoso de pessoas que
fugiram da Síria e do Iraque por conta das perseguições bárbaras
e brutais que o Estado Islâmico tem promovido no Oriente Médio e
você verá do que eu falo). Observe as condições geográficas de
sua região: se há muitas águas, saber pescar é fundamental para
uma situação de crise e caso haja poucas águas e mais ambiente
natural (montanhas, bosques, florestas, desertos…) saber caçar é
a melhor pedida. Você pode criar rebanhos como os de cabra e ovelhas
(já vi pastores beduínos semi-nômades fazendo isso no Deserto da
Judéia), mas fique ciente dos riscos que há em criar um rebanho de
animais caso você seja forçado a ser nômade ou semi-nômade em uma
crise.
Dicas Para Estoques
Eu
estudei e continuo estudando sobre estoques, por isso mesmo, eu
recomendo que para ter um bom estoque de comida, você tenha em mente
os seguintes pontos:
Quanto
tenho em dinheiro para investir em estoques?
Quanto
será que posso adquirir em alimentos?
Quais
os alimentos que eu irei estocar?
Onde
vou estocar esses alimentos?
Respondendo
todas essas perguntas, você estará apto a montar um estoque que
atenda as suas necessidades, além dos que estão com você
(familiares, por exemplo).
Uma
dica que eu dou para quem vai montar estoques e tem pouco dinheiro:
compre enlatados, principalmente feijoada, pois a feijoada possui
nutrientes que ajudam as pessoas a se manterem de pé durante
situações difíceis. Compare a quantidade de nutrientes que a
feijoada possui em relação a outros alimentos e você entenderá o
que eu te digo (principalmente glúten e proteína animal,
necessários para manter uma pessoa forte fisicamente e de pé –
além de ser saboroso, o que levanta a moral!).
Formas
de Se Conservar a Comida
Existem
essas formas (as mais usuais):
Geladeira
Freezer
Desidratação
No
Sal
Á
Vacuum
Em
Conserva
Enlatado
Recomendações
Caso
deseje se aprofundar em estoques, eu sugiro que você veja os vídeos
dessa playlist, que encontra-se no canal da Iniciativa no youtube:
Caso
queira saber como caçar e pescar, o youtube também possui canais em
que essas práticas são ensinadas. Basta uma rápida pesquisa e
encontrará o que procura.
No
mais é isso! Graça e paz a todos e até a próxima!
Esta
é a terceira postagem da série “Aspectos da Sobrevivência”,
onde eu introduzo você nos seis aspectos que envolve a sobrevivência
(Água, Fogo, Abrigo, Comida, Orientação e Sinalização). O
objetivo dessa série é de maneira rápida e objetiva falar sobre
esses aspectos. Agora é a vez do fogo.
Como
Fazer Fogo?
Pode
parecer bobagem, mas não é: uma pesquisa da ONU mostrou que mais de
70% dos norte-americanos entrevistados sequer sabiam como fazer fogo
com um isqueiro! Para evitarmos nos encontrar entre esse nada seleto
grupo, aí vão as dicas.
Para
ocorrer o fogo, é necessário que haja dois elementos: a isca e o
gerador de chamas.
Isca:
qualquer tipo ou forma de objeto que seja capaz de conduzir e manter
as chamas. Exemplos: madeira seca, gravetos, folhas secas, algodão,
gasolina, álcool de cozinha, tecidos velhos e outros.
Gerador
de Chamas:
qualquer item que se proponha a produzir chamas em quantidade
suficiente para iniciar o fogo. Exemplos: isqueiro, palitos de
fósforo, pederneira, gravetos de fricção, “strike” de fazer
fogo, por reação química e outros.
Maneiras
de Fazer Fogo
Vou
citar três:
Isqueiro
ou palitos de fósforos mais algodão (tecido velho ou álcool)
Reação
química de Permaganato de Potássio (KMnO4)
+ Glicerina (C3H8O3)
Com
pederneira.
Abaixo
eu deixarei quatro vídeos (foram produzidos por outras pessoas que
não eu, mas e daí: são bons vídeos e muito esclarecedores) sobre
o assunto, espero que gostem!
Fogo
com pederneira (Sobrevivencialismo.Com)
Formas
de se fazer fogo (CR Bushcraft)
Permanganato
de Potássio mais Glicerina (Sobrevivencialismo.Com)
Conclusão
Ainda
há muito o que se dizer sobre o Fogo. Mas de maneira geral, posso
dizer que os principais pontos já foram esclarecidos e expostos. No
mais é isso: caso deseje acessar as outras duas postagens da série
“Aspectos da Sobrevivência”, clique nos links abaixo.
Graça
e paz á todos! Comecei uma série aqui no blog sobre os Aspectos da
Sobrevivência e pretendo agora escrever sobre a água. Vamos lá?
A
Água
Este
precioso líquido cuja fórmula verdadeira é H2O3 é responsável
por manter o ciclo de vida em nosso planeta como o conhecemos.
Acredita-se que 75% de nosso corpo físico é composto de água.
Sendo assim, todo preparador e/ou sobrevivencialista possui o dever
de saber formas de se obter ou purificar este importante líquido.
A
obtenção de água pode se dar:
Através
da coleta de água da chuva (direto do céu, sem que a água passe
pelo telhado, pois se for assim a água ficará cheia de substâncias
nocivas á nossa saúde). Tente coletar a água da chuva que cai,
embaixo de uma árvore, pois as folhas agem como um filtro natural
(dica do CIGS).
Direto
de uma fonte, rio, córrego, igarapé, poço e outros.
Adquirindo
água em garrafas e vasilhames (água comercial).
Agora
que falei sobre a obtenção, vou falar sobre a filtragem e
purificação da água.
O
Que É?
As
pessoas confundem filtragem com purificação de água, são duas
coisas distintas.
Filtragem
da água: é quando o líquido passa por um processo (ou processos)
em que eventuais corpos estranhos (areia, barro, lodo e etc) são
separados da água. A filtragem não garante a pureza da água.
Purificação
da água: é quando o líquido após passar por processo (ou
processos) específico (s) fica livre de todas ou da maior parte dos
micro-organismos (bactérias, vírus, protozoários…) que possuía.
O
ideal para nós, seres humanos é beber uma água filtrada e
purificada.
Formas
de Purificar a Água
De
maneira simples, existem quatro grandes formas: através de filtros e
purificadores (como o lifestraw ou o sawyer mini),utilizando-se
o clorin (pílulas que purificam a água), através do
hipoclorito de sódio e fervendo a água.
Os
filtros e purificadores (duas funções em um) são a maneira mais
prática, porém é de longe a mais cara de todas! Eu citei acima os
dois filtros-purificadores mais comuns e conhecidos do mercado
(lifestraw e sawyer mini) mas existem outras marcas com preços e
eficácias diferentes dos citadinos.
Para
valer-se do hipoclorito de sódio, você deve adicionar duas gotas de
hipoclorito de sódio para cada litro de água (depois de ter
filtrado-a) e aguardar por um período superior a 30 minutos. Depois
disso a água estará potável (purificada). O hipoclorito de sódio
pode ser encontrado na água sanitária.
Existe
uma terceira forma, mas não é muito aconselhável: ferver a água
por aproximadamente uma hora. Após isso, a maior parte dos
micro-organismos terão morrido e a água estará purificada. Essa
terceira forma não é muito aconselhada porque parte dos minerais
que existem na água se perderá nesse processo… no interior da
Amazônia, essa é a forma mais comum de purificação de água.
O
Gasparello do canal do YouTube, Tocandira, fez um vídeo interessante
á respeito do assunto. Eu indico o vídeo dele pois simplesmente
está perfeito! Eu nem precisei fazer um vídeo á este respeito!
Considerações
É
importante frisar, que esse artigo não se pretende ser o “super-guia
da filtragem e purificação da água”, mas sim um chamativo para a
questão que durante uma crise (seja ela qual for) ter acesso a água
filtrada e purificada é uma prioridade, pois podemos ficar dias sem
comer nada, mas dependendo do clima, podemos ficar entre 24 hrs e 36
hrs sem consumir água, sem mencionar que em uma caminhada em uma
selva equatorial (como a Amazônica, por exemplo) são necessários
em média, 4 L de água por dia para que uma pessoa permaneça de pé…
em outros ambientes (com exceção do desértico) a média é de 2 L
de água por dia.
Esta
série visa falar, divulgar e esclarecer todos no que diz respeito
aos Aspectos da Sobrevivência. Falarei agora sobre o básico, uma
introdução desses mesmos aspectos.
Listagem
Os
6 Aspectos são estes:
1.Fogo
2.Água
3.Abrigo
4.Orientação
5.Sinalização
6.Comida
Aspectos
Mais Prioritários
É
indiscutível que de todos esses aspectos, os prioritários são (na
ordem de maior importância): Água, Comida e Abrigo. E o fogo?
Bem, a maior parte do Brasil não sofre com baixas temperaturas,
então fogo não foi listado entre esses três, muito embora eu o
classifique no segundo grupo de prioritários: Fogo, Abrigo,
Orientação e Sinalização.
Então
apenas deixando claro: existem dois grandes grupos de aspectos
prioritários de sobrevivência. O Grupo 1 é o Indispensável e é
composto por: Água, Comida e Abrigo. O Grupo 2 é o Necessário e
agrupa os aspectos: Fogo, Abrigo, Orientação e Sinalização.
É
importante frisar que se você vive em um local onde as temperaturas
diminuem muito, o Aspecto Fogo deverá então fazer parte do Grupo
1...
Finalizando
Como
escrevi anteriormente no início desse texto, este artigo é
introdutório para a série “Sobrevivência – Os Aspectos”. No
próximo artigo da série, falarei sobre o Aspecto Água.