segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Review e Teste Prático: Canivete Invictus Rock




Graça e paz á todos!

No artigo passado, eu mostrei o unboxing do canivete Rock, da Invictus. Hoje eu quero mostrar um teste prático dele.


Review e Teste Prático, exibidos no canal do YouTube



No mais é isso. Fiquem com Deus e até mais!

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Unboxing: Canivete Invictus Rock



Graça e paz á todos!

Apresentação
Após um tempo sem postagens (veja o porque neste vídeo aqui), eu voltei!

Hoje eu tenho o prazer de apresentar á vocês o canivete invictus rock, uma boa alternativa ao canivete phanton (também da invictus).

Vamos lá?


O Unboxing
Eu fiz o unboxing do canivete, no canal do YouTube, assistam:




O Unboxing do Canivete Invictus Rock


Término
No mais é isso. Farei em breve o review do equipamento.


sábado, 2 de setembro de 2017

Cutelaria – Parte 4: Pontas de Lâminas 2



Olá! Graça e paz á todos!

Hoje, eu venho aqui expor outros tipos de pontas de lâminas: Foice/Meia-Lua, Pica-Fumo, De Caneta e Straight-Black.

Vamos lá?


Os Tipos Abordados Nesse Artigo

Hawkbill Blade (Ponta Foice/Meia-Lua)


As lâminas com a Ponta Hawkbill são um tipo de lâmina muito distinta que se assemelha à forma curva do bico de um falcão (daí o nome em inglês, “Hawkbill”). Tem uma aresta côncava e a espinha da lâmina é tipicamente arredondada.

O uso ideal para lâminas com esse tipo de ponta: abrir caixas (e pacotes), cortar fios (decapagem), cortar cabos (cordas) e etc, embora lâminas com essa ponta sejam péssimas para e.d.c, por conta da portabilidade, com a provável exceção da karambit, que possui esse formato de lâmina e pode ser portável, caso seja um canivete.


Sheepfoot Point (Pica-Fumo)


Em inglês, essa ponta é apelidada de “sheepfoot”. As lâminas com a ponta “pica-fumo” possuem uma borda frontal reta e um dorso grosso que se curva para encontrar a borda reta. O objetivo principal de uma ponta pica-fumo é cortar um ponto não desejado: esse nome é usado no português brasileiro, pois as lâminas com essa ponta eram (e ainda são) utilizadas nos interiores do Brasil, para aparar (“picar”) a ponta de cigarros e charutos (principalmente os feitos com palha). Lâminas com essa ponta, podem ser seguradas com os dedos, proporcionando um grande grau de controle. Além desses fatos, lâminas com a ponta pica-fumo são adequadas para dar um corte limpo ao serem utilizadas, oferece ao usuário um maior controle na pegada e no trabalho e não possuem ponta afiada (o que ajuda a evitar acidentes, embora isso não seja descartável – é difícil, mas não é impossível se machucar com uma lâmina com esse tipo de ponta).

Canivete da marca Bianchi com a lâmina Sheepfoot


Além de servir para atividades corriqueiras em escritórios (como abrir pacotes e cartas), no campo, pode-se utilizar as lâminas com ponta pica-fumo para a poda de mudas, para o descasque de frutas, além da já mencionada atividade de picar o fumo...

Obs: nos EUA, as lâminas com a ponta pica-fumo (sheepfoot) são populares entre os socorristas, pois permitem que eles fiquem seguros em atividades que envolvam o corte do cinto de segurança de veículos acidentados, sem machucarem a vítima por acidente. Essas pontas de lâminas foram originalmente feitas para cortarem os pés de ovelhas, o que também torna as lâminas pica-fumos, boas para atividades que envolvam a raspagem de madeira.


Straight-Back Point


A lâmina com a ponta Straight-Back (algo como “costa ou retaguarda forte” em inglês) também é chamada de “lâmina normal” porque é uma forma de lâmina muito tradicional. A frente da faca tem uma borda curva, enquanto a parte de trás tem uma frente reta, que permite uma pressão adicional. É muito boa em atividades que envolvam o corte e a laceração, qualidades indispensáveis para a culinária.


Pen Point (Caneta)


Esta ponta de lâmina minúscula é freqüentemente encontrada em canivetes suíços (“swiss knife army” em inglês). Os lados maçantes e afiados da inclinação da lâmina, possuem o mesmo grau, fazendo com que pareça uma ponta de lança (o que faz com que desavisados, acreditem se tratar de uma “Spear Point”, que trataremos em outro artigo).

Originalmente, lâminas com esse tipo de ponta, foram usadas para afiar a stilus (caneta com formato de pena). Embora não excepcionalmente afiada, uma lâmina com a Ponta de Caneta é uma ótima ferramenta para ter em seu bolso e é perfeita para pequenas tarefas (como as de escritório).

 Caneta Stilus


Conclusão
Bom, por enquanto vimos mais esses quatro tipos de pontas de lâminas. Até a próxima, que Deus abençoe a todos!


Caso esteja interessado, esses são os links para os outros artigos da série Cutelaria:




terça-feira, 1 de agosto de 2017

Estratégia, Tática e Operação: Qual a Diferença?




Olá, graça e paz!

Hoje, eu venho até vocês, oferecer-lhes um conceito muito utilizado em Administração: Estratégia, Tática e Operação.
Em um vídeo (e também artigo) de alguns anos atrás, Júlio Lobo do Sobrevivencialismo.Com, abordou a Matriz SWOT (sigla para: Strenghts, Weaks, Oportunities e Threats) que faz parte dos assuntos ministrados nas academias de Management (ou “Administração”, no Brasil) em todo o mundo. Então porque eu não posso fazer algo do tipo? Então, venho apresentar para vocês os Níveis Organizacionais (também conhecidos como Níveis Hierárquicos): Estratégia, Tática e Operação.


Diferenças
Sim, muito provavelmente você sempre quis saber, embora nunca tenha descoberto o significado e as diferenças desses três termos, que são considerados Níveis Organizacionais em Administração. Mas vamos lá:

  • Estratégia (Stratega): vem do grego e referia-se aos comandantes militares de Atenas (cidade-estado da Antiguidade Clássica). Quando a democracia foi implantada por Sólon (sob a orientação do rei Cleômenes III de Esparta), o Exército dos Cidadãos de Atenas, foi dividido em dez corpos e cada um possuía como comandante um “strategói” (termo derivado de “stratega”). Esses comandantes respondiam á um comandante-geral chamado de “polemarco”. Seja como for, a palavra popularizou-se por conta do rei Alexandre III, o Grande, da Macedônia (e de 90% do mundo civilizado de seu tempo…) que ao morrer, nomeou como regentes de seu filho Alexandre IV, quatro homens que deveriam reger o seu vasto Império durante a menoridade de seu herdeiro. Esses quatro foram nomeados “strategói”, sendo que posteriormente, ao iniciarem as suas famosas guerras pelo Poder, passaram a chamarem a si próprios de “diadocói” (“sucessores”). Com a Renascença, o termo estratégia saiu dos livros clássicos escritos em grego e em latim passando a língua dos povos da Europa Ocidental.

Baseado na explicação acima, podemos concluir que o termo “estratégia” se refere ao ato de ser comandante, isto é: tudo aquilo que é próprio de quem toma as decisões fundamentais e que impactam todo o resto. É no Nível Estratégico, que as decisões de longo prazo são tomadas e dão o corpo de toda a ação pelos próximos dois a cinco anos (talvez mais)!


  • Tática (Tatiké): também procede do grego, esse termo quer dizer literalmente “movimentação (de tropas)”. O estilo grego de se lutar na Antiguidade Clássica, era o Hoplita: o soldado que portando lança e escudo, unia-se a outros que pertenciam a mesma Póles que a sua e unidos batalhavam contra os inimigos da comunidade. Uma vez definida a Estratégia, fazia-se necessário movimentar as tropas, pois os hoplitas, carregavam até 35 kg de equipamentos! Além disso, o relevo da Grécia era (e ainda é) extremamente escarpado, saber movimentar tropas é fundamental ali: Mussolini que o diga! O Nível Tático abrange um período de tempo que varia de algumas semanas a até uns dois anos.
Um Hoplita Grego do Tempo das Guerras Médicas (492 a.C - 479 a.C)



O Nível Tático é intermediário entre a Estratégia e o próximo Nível: o Operacional. Tudo o que o Nível Estratégico decide e executa, deve passar pelo Nível Tático que deve lidar com o Nível Operacional.


  • Operação (Operandi): não, essa palavra não tem origem no grego, mas no latim. Operandi quer dizer literalmente “fazer, executar” e é exatamente isso o que significa Operação. O Nível Operacional é o mais básico de todos, porém se uma boa Estratégia for tomada e uma boa Tática efetuada, a Operação será bem amparada e as chances de se aumentarem os êxitos no resultado aumentam.

Nas Forças Armadas, a palavra “Operação” é usado não para definir o conceito que estou apresentando, mas sim para descrever aquilo que em Administração é conhecido como “Projeto”, mas sobre isso eu falo em outra postagem. Você que é militar e está lendo isso tudo, fique despreocupado: siga os termos que a sua corporação utiliza sem medo de ser ou agir com ignorância, a Administração não é uma ciência exata, por isso mesmo fique “de boa”, ok?


Término
Bom, por enquanto é isso. Mais tarde eu trato mais sobre Administração! Até mais!

terça-feira, 25 de julho de 2017

Cutelaria - Parte 3: Pontas de Lâminas 1



Olá! Graça e paz!

Continuando a série “Cutelaria”, eu apresento á vocês quatro tipos de pontas que encontramos nas lâminas.


Introdução
Por anos de minha vida, achei que faca era “tudo igual” e que qualquer ponta servia para quaisquer atividades a serem desempenhadas. Ledo engano de minha parte!

Os formatos das facas, bem como as pontas das mesmas, as fazem diferenciarem-se não apenas na estética, mas na funcionalidade. Com relação aos formatos, deixo isso para outra oportunidade, porém eu trago para todos vocês, leitores, alguns formatos de pontas bem como para o que servem.


Os Tipos
Esses são os tipos de pontas que apresentaremos nesse artigo:

Drop Point


Exemplo de Drop Point

As lâminas com esse tipo de ponta (drop point) são boas para praticamente todas as demandas que podem existir. É comumente encontrado em facas de sobrevivência, mas também é vista na maioria dos canivetes suíços.

As lâminas do tipo drop point são boas para atividades que envolvam o coureamento e a perfuração de animais. Isso acontece pelo formato da ponta, que favorece uma maior manobrabilidade enquanto a lâmina penetra a carne e os órgãos internos dos animais.


American Tanto Point


Exemplo de American Tanto Point

O American Tanto Point, também chamado de Tanto Point ou Chisel Point (chisel em inglês significa “formão”), essa ponta (por conta do formato) é perfeita para perfuração de objetos duros (como por exemplo kevlar).

Exatamente por causa de sua característica perfurante, lâminas com essa ponta são super indicadas para atividades que envolvam segurança, além de ações militares.


Needle Point

Exemplo de Needle Point

Como o próprio formato sugere, o Needle Point (needle significa “agulha” em inglês) é excelente para perfuração, pois o seu desenho (além de simetria em ambos os gumes) permite um ótimo desempenho nessa função. Porém há um problema nesse formato de ponta de lâmina: por conta da fina espessura, o Needle Point quebra com alguma facilidade após repetidos usos.

A melhor utilidade para uma lâmina tipo Needle Point, é para a auto-defesa, pois facas, canivetes, adagas e punhais com essa ponta, costumam serem péssimas para corte.


Clip Point

Exemplo de Clip Point

O Clip Point (também conhecido aqui no Brasil como “ponta/formato turco”) é praticamente a única ponta encontrada nas famosas (e muito mal faladas) Facas de Sobrevivência, mais conhecidas como “a Faca do Rambo”.

A utilidade dessa ponta de lâmina é simplesmente, para um melhor aproveitamento em atividades de campo (outdoor) onde se exige responsabilidade e seriedade no que se está fazendo, como por exemplo a caça e a sobrevivência no mato (o clip point também é muito bom para cortes de laceração que exijam precisão sem perder a força).


Finalizando
Bom, por enquanto é isso! Apresentei esses quatro primeiros formatos de pontas de lâminas e na continuação desse artigo, irei falar dos outros tipos!

Fiquem com Deus e até mais!


Outros artigos da Série, Cutelaria:

Cutelaria - Uma Introdução

Cutelaria - Parte 1: Tipos de Aço

Cutelaria – Parte 2: Tipos de Lâminas

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Enlatados: Vantagens e Desvantagens



Graça e paz á todos!

Hoje eu venho falar sobre as vantagens e desvantagens dos enlatados.


Histórico e Processos
Os enlatados são fechados em máquinas específicas e próprias para isso. A sua origem remonta as Guerras Napoleônicas, quando o engarrafador de champanhe, o francês Nicholas Appert, criou um modo de conservar comida dentro de uma garrafa de vidro hermeticamente fechada. O processo utilizado por ele era simples: cozinhava os alimentos até certa temperatura para então colocá-la com a água dentro e (o verdadeiro “q” da questão) tampá-la de maneira a não permitir que o ar exterior entrasse. Assim, a comida podia ficar meses (ou mesmo anos) sem estragar. Claro que já existiam os vidros de conservas, mas eles exigiam certos produtos químicos (como o vinagre) que acabam estragando o gosto dos alimentos. Já esse novo processo não, o gosto ficava conservado (ou parcialmente) e não era necessário nenhum tipo de produto químico.

Nicholas Appert, o parisiense que descobriu o processo de conservação de alimentos atuais


Esse aí é o pai dos enlatados: uma garrafa de vidro onde se transportava a comida conservada pelo processo criado por Appert

Até aí tudo bem, mas o que o então imperador da França não contava, era que espiões britânicos roubariam algumas dessas garrafas de conservas e através de um processo que hoje em dia chamaríamos de “engenharia reversa”, conseguissem recriar o processo. Na verdade, os britânicos aperfeiçoaram o processo na pessoa de Peter Durand, um mecânico natural de Londres: ao invés de garrafas de vidro, a comida passou a ser envazada em latas… afinal elas são bem mais resistentes do que garrafas de vidro!

Peter Durand, o "pai" dos enlatados


Hoje em dia, por determinação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), os enlatados devem ter uma série de produtos químicos para aumentarem a sua durabilidade e supostamente nos dar mais segurança na hora de consumirmos a comida enlatada, mas essas substâncias causam um terrível mal ao ser humano, principalmente após consumos repetidos… (obrigado pela “proteção”, Anvisa!)


Vantagens
  • Podem ser armazenados por anos sem haver qualquer preocupação com a conservação do alimento. De acordo com o sobrevivencialista Batata (da plataforma de mídias sociais o Guia do Sobrevivente), a data contida nos enlatados não deve ser levada em consideração, pois a validade real é indeterminada.
  • Por ser barata, a comida enlatada pode ser adquirida em grandes quantidades por pessoas de baixo poder aquisitivo.
  • Os enlatados podem ser facilmente encontrados e comprados, pois em geral, são vendidos em: tabernas, mercadinhos e supermercados.
  • Hoje em dia, a variedade de alimentos enlatados é grande. Você certamente encontrará um alimento enlatado que caiba no seu paladar!
  • São bons para serem estocados em uma B.O.L (abrigos secundários, clique aqui se não sabe o que é isso) que se localizam no meio do nada e que não podem ser constantemente visitadas.


Desvantagens
  • São pesados, podendo complicar a sua vida no caso de uma evacuação.
  • São desaconselháveis de se levar em uma mochila de B.O.B (Bug Out Bag) pela razão acima elencada (o peso dos enlatados poderá rasgar a sua mochila de fuga/evasão).
  • A quantidade de sódio é altíssima, o que acarreta em sede imediatamente após o consumo e no longo prazo, em problemas cárdio-vasculares, gástricos e/ou intestinais.
  • Para cada 10 gramas de sódio ingeridos (comida enlatada tem MUITO sódio), são necessários ao menos 1 litro de água para diluir a substância Na (sódio) em nosso organismo.

Recomenda-se para seres humanos, o consumo diário de 5 gramas de sódio por dia.

Vídeo do canal, onde eu mostro as Vantagens e Desvantagens dos Enlatados

Finalizando…
Bom, por enquanto é isso. Esse artigo não visa fazer juízos á respeito dos enlatados, mas sim levantar os pontos positivos e negativos deles. Analise-os e com eles em mente, faça as suas preparações baseadas nos enlatados… ou não!

Graça e paz á todos!

terça-feira, 4 de julho de 2017

O Que É B.O.B?



A Sigla
B.O.B” é a sigla para “Bug Out Bag”, que foi traduzido como “Mochila de Fuga/Evasão”. Certo, B.O.B quer dizer mochila de fuga, mas como aplicar esse conceito? É exatamente a isso que esse artigo se propõe a responder.


Conceito…
Quando uma crise (enchente, furacão, terremoto, desmoronamento de barrancos, invasão de exércitos armados, perseguições governamentais – movidas de vez em sempre por governos de esquerda… –, crise na segurança pública, saques, vandalismo ou algum distúrbio social) chega no local onde você vive, pode ser que se faça necessário sair de sua casa e deslocar-se para outro local (um abrigo comunitário, a casa de um parente ou a sua B.O.L – caso não saiba o que é B.O.L, clique aqui).

A B.O.B se propõe exatamente a isso: é uma mochila onde você colocará os itens mais importantes para a sua subsistência durante esse período de crise. Simplesmente é isso. Eu poderia encerrar o artigo por aqui, mas antes eu preciso desmitificar algumas coisas.


Desmitificando
Primeiro: muitos preparadores, sobrevivencialistas e até bushcrafters, defendem que a B.O.B deve ter suprimentos necessários para até 72 horas; é o famoso “Kit de 72 horas” que por ignorância de alguns, tornou-se a “marca registrada” da B.O.B. Nada pode estar mais equivocado!

O “Kit de 72 horas” tem as suas origens nos kits que militares da aeronáutica norte-americana (US Airforce) possuem em aviões durante as suas ações aéreas e que no caso de a aeronave cair, poderão lançar mão desse kit para manterem-se vivos até serem resgatados. Alguém resolveu pegar esse conceito e transferi-lo para a B.O.B. Além disso, sabe-se que a FEMA (agência norte-americana que lida com desastres) recomenda que os cidadãos norte-americanos tenham provisões para até 72 horas, pois segundo eles, esse é o máximo tempo que as autoridades (daquele país) levam para alcançar os cidadãos em casos de desastres (seja qual for).

Segundo: simplesmente pegaram o conceito do parágrafo anterior e uniram a B.O.B. Mas uma coisa é desassociada da outra. Na minha B.O.B não há um kit de 72 horas, porém há equipamentos que suprem a minha pessoa e mais um acompanhante em caso de eventuais crises onde eu moro: se precisar evadir de onde moro, eu pego a minha mochila de fuga e evado de casa, sabendo que tenho como sobreviver a eventuais crises.

Terceiro: a B.O.B precisa estar sempre pronta (SEMPRE mesmo!) para o uso, com todos os equipamentos funcionais e em condições de efetuarem o trabalho para o qual foram desenhados. Lembre-se de que ela é uma mochila para evasão rápida, caso seja realmente necessário e nesses momentos, falhas NÃO são uma opção.


...e Prática!
Obrigatoriamente, uma B.O.B deve ter ao menos quatro dos seis aspectos da sobrevivência (todos abordados aqui no blog, links no final desse artigo): Comida, Fogo, Água e Orientação. Mas se possível, que tenha os seis aspectos (além dos quatro já citados, temos também a Sinalização e o Abrigo)!

Claro que os aspectos da sobrevivência que serão cobertos pela sua B.O.B dependerá de você e unicamente por você. Eu não pretendo aqui, nesse texto, dizer o que deve ou não ser colocado em uma mochila de fuga. Talvez eu faça isso em um futuro próximo, em um outro artigo, quem sabe…

Graça e paz á todos! Até!


Links da série “Os 6 Aspectos da Sobrevivência”:








segunda-feira, 3 de julho de 2017

Pharmacoós: Crajirú



O Que É O Crajirú?
O crajirú é um arbusto que cresce espontaneamente no bioma amazônico. É muito utilizada pelas populações amazônicas que costumam ter ao menos um pé de crajirú no jardim ou no quintal de suas casas. O seu nome científico é arrebidaea chica Verlot, porém possui muitos nomes populares, á saber: carajurú, capiranga, cipó cruz, cipó cruz da amazônia, grajirú, crajurú, guarajurupiranga, pariri, piranga, calajouru, karajura, krawiru.

A planta possui funções farmacológicas interessantes:

-Anti-Inflamatório
-Bom contra gripe, garganta inflamada e febres
-Bom cicatrizante
-Bom contra cólica
-Bom contra anemia
-Não possui nenhuma contra-indicação conhecida


Como Extrair as Propriedades
O "chá" deve ser feita através de infusão (colocar as folhas em uma panela com água quente e tampar a mesma - mas atenção: a água deve estar quente, mas em hipótese alguma deve estar fervendo no fogo, NÃO ferva, em hipótese alguma!) e deixado em banho por pelo menos uma hora.

Caso tenha dúvidas sobre como fazer a infusão, clique neste link: O Que É O Chá E Como Fazê-lo


Vídeo Apresentação
Caso seja de seu interesse, tenho um vídeo falando sobre o Crajirú no canal:




Para Saber Mais:


Como Preparar Chá de Crajirú https://www.youtube.com/watch?v=wSaaBLgUX2k

Crajirú é uma ótima planta anti-inflamatória https://www.youtube.com/watch?v=e8UI67TeEFY


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Prepare-se: a Web Também Produz Crises!



Introdução
Olá! Hoje eu venho á público para noticiar e alertar sobre o que está ocorrendo no YouTube, no canal Guia do Sobrevivente, que pertence ao preparador e sobrevivencialista Márcio Batata.

Desde que o Wall Street Journal produziu uma matéria para lá de tendenciosa (o tal jornal é um tablóide de esquerda, como a maioria dos jornais no mundo atualmente) que basicamente fez o Google e o YouTube (que é uma empresa subsidiária do Google) reverem a política sobre os conteúdos dos canais, o que tem gerado revolta e censura, pois diversos vídeos tem simplesmente desaparecido da rede.


O Caso do Guia do Sobrevivente
O Márcio Batata tem sofrido severa censura por parte do YouTube exatamente por conta dessas políticas nefastas, pois o politicamente correto é contra a preparação e o sobrevivencialismo.

Se você produz conteúdo e joga-o na Internet, independente de ser para o YouTube ou outra mídia digital, se prepare, sempre tenha uma cópia dos conteúdos que você coloca na Internet: eu por exemplo, tenho um HD Externo e um HD nas Nuvens, onde TODO o conteúdo lido por vocês aqui no blog e ouvido/visto no YouTube, estão devidamente guardados. Caso esse blog e o canal sofram censura, eu já tenho um plano já pronto para “re-upar” todo o conteúdo já produzido. Não chega a ser um projeto, operação ou protocolo, mas um simples plano mesmo (algum dia eu explico a diferença entre eles, ok?).


O Que Fazer?
Além do que foi escrito no parágrafo anterior, eu sugiro ter uma plataforma geradora de conteúdo em uma mídia concorrente. Exemplo: eu tenho o canal dessa Iniciativa no YouTube, mas também possuo uma conta no Dailymotion, onde a maioria dos vídeos já estão lá (faltam só alguns, enquanto eu escrevo isso). Se por acaso o YouTube me censurar, vocês, que acessam o canal da Iniciativa no YouTube, simplesmente poderão se dirigir ao Dailymotion (clique aqui para acessá-lo) e de lá terem total acesso aos vídeos que eu produzo. Simples assim.

Claro que eu não estou confortável com essa medida e estudo outras possibilidades e idéias para “escapar” para outra plataforma de mídia caso isso seja necessário (inclusive eu aceito sugestões, quem assim o desejar, pode escrever nos comentários, ficarei feliz em ler a sua sugestão, por mais simples que seja – toda ajuda é bem-vinda).

Como foi dito no último parágrafo do tópico anterior, você precisa também ter uma forma de “backup” nas nuvens e outra física, ao seu alcance, pois se a internet falhar, você não perde ou fica impossibilitado de acessar o seu conteúdo. Hoje em dia existem opções de HDs Externos baratos e que armazenam uma boa quantidade de memória rom (da qual os dados e arquivos de computador são). Eu também sugiro que esse HD Externo fique guardado em um local seguro e protegido de intempéries diversas.

Se você não tiver dinheiro para comprar um HD Externo de 2 Tb, simplesmente não compre um! Veja aquilo que se encaixa melhor no seu bolso e adquira. Enquanto eu escrevo esse texto, tenho ao alcance de uma mão (literalmente) o meu HD Externo: observá-lo me dá uma segurança e aumenta (e muito) o meu moral, pois se o Google me boicotar/censurar, eu posso recomeçar com força total!

A propósito, uma dica: eu não tenho dinheiro (nesse momento) para ter um case para HD Externo, então, eu mantenho-o guardado em um… pote plástico para se guardar comida! É sério! Veja abaixo a foto:

Comprei por R$ 10,00 um conjunto com quatro potes: no segundo maior cabia perfeitamente o meu HD Externo...



Finalizando
Por enquanto é isso. Eu termino essa postagem colocando o vídeo onde o Batata expõe o ocorrido (o vídeo tem cerca de 40 minutos).

Batata se explica com relação ao boicote/censura promovido pelo YouTube. 



Boa noite e boa sorte! - Edward R.Morrow




Links Úteis:


Matéria em português falando da censura no YouTube: https://plugcitarios.com/2017/05/03/monetizacao-no-youtube-entenda-crise/

A Verdade sobre a Censura à Milo Yiannopoulos | Paul Joseph Watson (sim, não é apenas no YouTube a censura, mas no Twitter e no Facebook também): https://www.youtube.com/watch?v=Z6IVSs5jafg

Paul Joseph Watson denuncia a censura imposta no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=aCvzJV2GbC0